Quae contra JUS fiunt, debent utique PRO infectis haberi
De Dicionário Brasileiro de Linguagem Jurídica
Quae contra JUS fiunt, debent utique PRO infectis haberi
| ID Semântico: | de-placido:quae-contra-jus-fiunt-debent-utique-pro-infectis-haberi |
| Classe: | Termo Jurídico Clássico |
| Nível Técnico: |
Avançado
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| Origem do Termo: | Português |
| Áreas de Foco: | Direito Civil |
| Jurisdição: | Brasil |
| Progresso do texto | ||
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Significado Prático
É aforismo do Direito Canônico, que não se faz impróprio ao Direito Comum: “Tudo que é feito contra o Direito deve, sem exceção, reputar-se viciado.” Quer exprimir, pois, que nulo e de nenhum efeito, é todo ato praticado contra o Direito. Ato viciado , corrompido ( infectus ), porque não cumpriu a regra legal, não pode exercer qualquer eficácia, que, juridicamente, dele se queira tirar. Correspondendo ao aforismo jurídico: “Actus corruit, omissa forma legis.” (O ato é nulo, desde que foi omitida a forma legal.)
Simplificação de Linguagem (Lei 15.263/2025)
Abaixo, a comparação prática de aplicação do termo sob a ótica do acesso à justiça:
| Redação Formal (Juridiquês) | Redação Cidadã (Linguagem Simples) |
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| "O conceito de 'Quae contra JUS fiunt, debent utique PRO infectis haberi' tem ampla aplicação prática." | "Na prática, refere-se a: É aforismo do Direito Canônico, que não se faz impróprio ao Direito Comum: “Tudo que é feito contra ..." |
Detalhes Classificatórios
- Áreas do Direito associadas: Direito Civil
- Classe Terminológica: Termo Jurídico Clássico
- Natureza Jurídica: Vocabulário Clássico
- Nível Técnico sugerido: Avançado
Aspectos Linguísticos
- Idioma originário: Português
- Etimologia: Do vocabulário jurídico clássico.
- Pronúncia ou leitura recomendada: quae contra jus fiunt, debent utique pro infectis haberi
Referência Bibliográfica
- Vocabulário Jurídico De Plácido e Silva