Ad facto AD JUS NON datur consequentia
De Dicionário Brasileiro de Linguagem Jurídica
Ad facto AD JUS NON datur consequentia
| ID Semântico: | de-placido:ad-facto-ad-jus-non-datur-consequentia |
| Classe: | Termo Jurídico Clássico |
| Nível Técnico: |
Avançado
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| Origem do Termo: | Português |
| Áreas de Foco: | Direito Civil |
| Jurisdição: | Brasil |
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Significado Prático
Aforismo jurídico que se traduz por: somente por si, o fato não constitui direito . Ora, o fato em si constitui indício, que se funda naquilo que ordinariamente acontece . Forma um meio de prova , mas não vale como prova perfeita . Necessário que se encare a natureza do indício , e a verossimilhança do fato alegado , para que se tirem deles presunções inequívocas ou indestrutíveis. Daí o fundamento do aforismo, que põe em evidência as precípuas regras para a apreciação do fato como base de um direito.
Simplificação de Linguagem (Lei 15.263/2025)
Abaixo, a comparação prática de aplicação do termo sob a ótica do acesso à justiça:
| Redação Formal (Juridiquês) | Redação Cidadã (Linguagem Simples) |
|---|---|
| "O conceito de 'Ad facto AD JUS NON datur consequentia' tem ampla aplicação prática." | "Na prática, refere-se a: Aforismo jurídico que se traduz por: somente por si, o fato não constitui direito . Ora, o fato em s..." |
Detalhes Classificatórios
- Áreas do Direito associadas: Direito Civil
- Classe Terminológica: Termo Jurídico Clássico
- Natureza Jurídica: Vocabulário Clássico
- Nível Técnico sugerido: Avançado
Aspectos Linguísticos
- Idioma originário: Português
- Etimologia: Do vocabulário jurídico clássico.
- Pronúncia ou leitura recomendada: ad facto ad jus non datur consequentia
Referência Bibliográfica
- Vocabulário Jurídico De Plácido e Silva